Correr causa flacidez na pele e acelera o envelhecimento?

Quem corre já se fez essa pergunta alguma vez, certo? E quem quer correr às vezes fica com essa dúvida que pode atrapalhar a prática de um exercício cheio de vantagens. O nome “flacidez” mete medo em muitas mulheres e é normal que pensemos na flacidez da pele do rosto, da barriga, do glúteo e etc. 

Conforme já falamos, o envelhecimento da pele acontece, de forma lenta, a partir dos 30 anos com a perda na produção do colágeno, uma proteína super importante que contribui para a firmeza da pele. Só com essa informação, já podemos concluir que a corrida, por si só, não é a causa da flacidez da nossa pele.


“A flacidez também está ligada ao fator genético de cada um, de cada tipo de pele. Certamente que exercícios de musculação e de força resistida melhoram o tônus muscular, e a flacidez fica menos aparente. Ainda assim é um processo natural, mas que pode ser retardado com alguns cuidados importantes. O consumo de proteína na alimentação é imprescindível para que a síntese de proteína aconteça”, alerta o treinador Márcio Atalla em recente publicação. ( veja mais aqui https://bit.ly/2QZGckM


Veja só a questão da alimentação voltando ao nosso raciocínio. Existem alimentos que ajudam o nosso organismo a produzir mais colágeno e isso evita a flacidez precoce. Os médicos dermatologistas não cansam de alertar também sobre o excesso de exposição solar. A falta de proteção solar é crucial na questão do envelhecimento precoce e se o corredor não se protege contra os raios UVA e UVB, ao longo dos anos, fica a impressão de que foi a corrida que causou a flacidez quando, na verdade, o corredor não se protegeu. Estamos falando de responsabilidade. 

Não podemos deixar de lembrar também de evitar o excesso de bebidas alcoólicas, cortar o cigarro de nossas vidas e manter a rotina de uma atividade física regularmente.

“Mas, ainda há quem diga que a pele, sobretudo a do rosto, fica mais flácida por conta do impacto que a corrida promove. O que sabemos é que atividades físicas muito inte
nsas aumentam a produção de radicais livres, e isso pode contribuir para o envelhecimento e intoxicação da pele. Mas, veja bem: a intensidade do exercício é que promove esse aumento indesejado, não o tipo de atividade”, alerta Atalla.

A atividade física moderada e regular é excelente para produção de radicais livres em pequenas quantidade e também na produção de antioxidantes, o que provoca a desintoxicação da pele.